Os
juízos de valor são proliferados com tanta ligeireza que o seu autor esquece
que incorre no risco de ser a sua própria vítima mais direta.
Não se desgaste tanto focando a sua atenção aonde
não tem de o fazer. Acarinhe a sua existência, suavize o seu coração e a sua
mente e concentre-se sempre no que de mais belo o outro tem para ofertar. O ser
humano é passível de fraquezas, de debilidades, próprias à sua condição. Você
também. Por isso, não incorra no “julgamento” sem norte.