Não há nada de novo que o ser humano já
não tenha arquivado no seu registo de memórias mais internas. O que se faz, é
apenas fazê-lo recordar do arsenal de conhecimentos tidos como cravados na sua
essência, no seu âmago. Ainda há uma certa teimosia em caminhar no fio da
navalha, em se assentar num limbo robótico mecanizado que não sente, não ouve,
não aprende. Apenas se programa. Como em todos os programas, este também tem
seu tempo limite de duração. E após, o que fica? O chamado “vazio” de nada de
“grande” se ter construído.
Acordar para a vida! É o que a vida tanto
tem vindo a clamar. O gondo já há muito que soou. Há mesmo que despertar, de
contrário corre-se o risco de perder para sempre o ónibus da vida rumo à
“liberdade plena do ser”.
