As
experiências menos agradáveis que se vão vivendo devem ser vistas como pérolas
para o crescimento. A novidade reside em que o homem cresce consoante a forma
como recebe algo que lhe causou desilusão ou outros sentimentos ainda menos
doces.
O homem permite-se esculpir ao longo de toda uma
existência, através da aceitação e do perdão. Conforme o ingrediente utilizado,
a sua própria escultura, que é a imagem do seu “SER”, pode sair mais ou menos
perfeita, mais ou menos admirada. O escultor da sua própria imagem é você
mesmo. Ao ser delicado, perspicaz e perseverante na sua obra, verá que o
resultado final tange tão desejada “Perfeição”.
